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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Vem comigo, no caminho te explico...


"Você tem fome de quê?".                         
Comemos quando sentimos fome...
Outras vezes comemos quando sentimos raiva! Comemos quando nos sentimos frustrados ou rejeitados... Comemos para compensar algo ou para aplacar uma angústia que nos corrói por dentro.
Quando estamos ansiosos então... nem se fala! Comemos até mesmo quando estamos alegres!

A verdade é que muitas vezes fazemos uma grande confusão com as nossas necessidades, fazendo do comer uma saída para tudo aquilo com que não conseguimos lidar emocionalmente.

Uma pessoa com tais hábitos, e muitas vezes com consequente obesidade, é vista como alguém que não contém os seus impulsos, um "relaxado”, um preguiçoso. Com a assimilação inevitável desses rótulos, somada ao aspecto cultural da mídia, que expõe corpos sarados na TV e nas capas de revistas, não há como não se sentir excluído! Além das comorbidades, que são os outros distúrbios associados, o sobrepeso leva ao sofrimento psicológico aqueles que não alcançaram o tal "corpo perfeito”.

O contato com seu corpo e com sua essência e história vai sendo negado... O prazer consigo mesmo se torna desconhecido... O espelho vira um carrasco que condena e julga. E os relacionamentos amorosos e de amizade ficam cada vez mais distantes...

A grande questão não é ir atrás da meta que a sociedade impõe, da ojeriza a qualquer miligrama de gordura. É, antes de tudo, poder perceber o que diz esse corpo! Que história ele conta, o que a sua essência expressa através dele. Porque por trás da obviedade de um corpo, muitos significados se escondem!

Como resgatar o contato prazeroso e amoroso com o seu corpo?

Esse blog é um convite a uma viagem de auto descoberta, percepção e conexão com a história do seu corpo, e o resgate ao prazer de viver conectado a ele.

Vem comigo, no caminho eu te explico...